HISTÓRICO DE ANTÔNIO NOGUEIRA DA FONSECA
  FUNDADOR DO DISTRITO DE INDUBRASIL

Por: Elizabeth Fonseca
(escritora, neta do fundador)


Antônio Nogueira da Fonseca, nasceu em 12/01/1894, em Campo Grande filho de Francisco Miguel da Fonseca e Belarmina Leopoldina Nogueira; mineiros vindos de Monte Alegre, ainda jovens, que aqui se casaram.

Antônio Nogueira da Fonseca, era casado com Jerônima Ferreira, que passou a assinar, Jerônima Nogueira da Fonseca, no dia 22 de janeiro de 1921. Tiveram cinco filhos: Alayr, Maria, Nadir, João e Rivail.

Em abril de 1941, adquiriu do Dr. Miguel Oliveira de Mello, a fazenda "Invernada Porã", que ficava a 13 Km de Campo Grande. A fazenda contava com sua maior parte no município de Campo Grande e uma pequena parte no município de Terenos. A sede da fazenda ficava a 2Km. Da via férrea "Noroeste do Brasil" (estação Indubrasil), que já existia a aproximadamente 20 (vinte) anos. No ano de 1942, o Sr. Antônio Nogueira, resolveu dividir a fazenda com seus filhos, mas reservando uma área de 69 hectares para loteamento, ao que teve o nome oficial de "Vila Entroncamento", devido sua localização ser na com fluência do Ramal de Ponta-Porã com a linha Tronco Bauru a Corumbá. Para fazer a escolha do nome foi uma contenda, o Sr. Antônio queria que se chamasse Vila Indubrasil, porém o Engº. Arnaldo Estevão de Figueiredo sugeriu Vila Entroncamento pelo motivo antes exposto. Mas o nome nunca foi bem aceito, as pessoas nunca se habituaram com o nome. O nome "Indubrasil" originou-se da grande quantidade da criação do gado Indubrasil, que é o cruzamento da raça Guzerat com a raça Gir.

O nome da estação Indubrasil, deu-se ao fluxo de embarque desse gado vindo de Minas Gerais, e desembarcado nessa estação, pois ali, tinha embarcadouro.

Quando do loteamento, o Sr. Antônio Nogueira da Fonseca doou um quarteirão para a escola, outro quarteirão para uma praça (onde utilizam hoje como campo de futebol), um terreno para a igreja e outro para o cemitéro. Todo o loteamento, somava-se 600 lotes. Assim estaria completo a formação de um pequeno Distrito de Campo Grande.

Funcionou em sua residência, uma casa grande, de arcos na varanda (quase frente a estação Indubrasil), a primeira escola improvisada. Foi então que resolveu solicitar a construção de uma escola, na gestão do então prefeito da época Dr. Fernando Corrêa da Costa, sendo concluída na gestão do prefeito Dr. Marcílio de Oliveira Lima, a qual teve o nome de Escola Sete de Setembro, tendo como primeira professora, sua esposa, Jerônima Nogueira da Fonseca.

A igreja, ele mesmo construiu com a colaboração de algumas pessoas da Vila. No dia da inauguração, esteve presente para abençoa-la, o bispo diocesano Dom Antônio Barbosa.

O Sr. Antônio Nogueira da Fonseca tinha um bom relacionamento com os políticos da época, resolvia problemas da comunidade e era uma pessoa muito caridosa.

No ano de 1962, mudou-se para Campo Grande, devido sua esposa ficar doente e necessitar de constante tratamento médico. O Sr. Nogueira, que assim o chamavam , veio a falecer no dia 9 (nove) de fevereiro de 1967, vítima de uma trombose cerebral. Está sepultado no pequeno cemitério do seu querido Indubrasil, ao lado de sua esposa, dois filhos e também familiares que já partiram dessa vida.

O Distrito Indubrasil, ou seja, hoje bairro de Campo Grande, na época de sua criação, teve como divisa com o município de Terenos, a igreja Santo Antônio.

Sendo assim em 1979 por iniciativa do prefeito de Terenos, Leandro Corrêa de Oliveira, esposo de sua neta, construiu a Escola Estadual Antônio Nogueira da Fonseca, conhecedor que era dos seus grandes feitos, e desejo de formar ali pessoas dignas, resolveu homenageá-lo como patrono. E no dia 12 de maio de 1979, a escola foi inaugurada para atender a população, pois o antigo colégio Sete de Setembro, pequeno e em precárias condições, já não atendia aos anseios da classe estudantil.


Indubrasil era assim antes da criação da Vila, era vilarejo de poucas casas o comercio era o Mercado do Cação, boteco do Pai do Cação, bar do Gaúcho e a Borracharia onde era o ponto final do Onibus.


Núcleo Industrial • Criado em 1977, o Núcleo Industrial, de administração estadual, está localizado no extremo oeste do perímetro urbano, às margens da BR 262 e do anel rodoviário que contorna praticamente toda a malha urbana, ligando a saída norte BR 163 (Cuiabá), Leste 262 (Três Lagoas - São Paulo) e Sudoeste BR 060 (Sidrolândia). Possui cerca de 200 hectares, com uma área útil de 122 ha, subdividida em 80 lotes, com a seguinte infra-estrutura: pavimentação e drenagem pluvial na avenida principal, revestimento primário nas vias secundárias, rede e estação rebaixadora de energia elétrica, ramais ferroviários, estação ferroviária (em construção), escola, conjunto habitacional, linha de ônibus, estação telefônica, unidade assistencial do SESI, ramal de gás natural (em construção). O Núcleo Industrial de Campo Grande foi implantado em 1977 pela Prefeitura Municipal, sendo posteriormente transferido ao Estado. Dos 200 hectares existentes, 122 são de área útil, que estão loteadas em pequenas, médias e grandes áreas, com o objetivo de atender a empresas de todos os portes. As empresas instadas no Nucleo Industrial atuavam em diversos ramos de negocio como: Produtos de origem animal, bebidas, farmaceuticas, adubos, metalurgica etc... . Na época o Transporte dos funcionarios e moradores da regiao era somente duas vezes por dia, pela manhã e no final da tarde onde o mesmo fazia o roteiro Rodoviaria de Campo Grande X Nucleo Industrial X Indubrasil e retorno Rodoviaria de Campo Grande. Existia outra opção que era o onibus da Expresso Matogrosso que passava na BR 262.

Vila Manoel Secco Thomé • Entre 1983 e 1984 foi construida a Vila Manoel Secco Thomé composta de 2 conjuntos habitacionais serapados por uma única avenida a Av. Principal.
Nesta época existia somente a Escola Antonio Nogueira da Fonseca para atender todos os alunos da região, em 1985 foi disponibilizada 2 casas para atender alguns alunos que moravam na vila, em 1986 foi construido o colegio Estadual de 1º Grau Professor Ulisses Serra.


Colegio Antonio Nogueira da Fonseca


• A Escola Estadual ANTONIO NOGUEIRA DA FONSECA, fundada em 12 de maio de 1979 está situada no Distrito de Indubrasil Município de Terenos e atende 196 alunos do Ensino Fundamental de 1ª a 8ª série nos períodos Matutino e Vespertino e no período Noturno Educação de Jovens e Adultos. Modalidade Ensino Supletivo de 1ª a 8ª série, recebeu este nome em homenagem a um dos moradores daquela região que cedeu ao Estado de Mato Grosso um prédio de sua propriedade onde funcionou a primeira Escola Municipal no período de 07 de setembro até o ano de 1978 no município de Campo Grande/MS. Em 1979 o Prefeito Leandro Correa de Oliveira construiu no Município de Terenos a Escola Estadual Antonio Nogueira da Fonseca em homenagem a esta grande figura que foi e será muito importante para as gerações que estão se formando.


EE ANTÔNIO NOGUEIRA DA FONSECA
BR 262 - Km 11 -INDUBRASIL - CEP: 79190-000
E-MAIL:
FONE: (67) 391-1217
Fonte http://www.educar.ms.gov.br/Sed/Escolas/24.04.2003_02.escolas.estaduais.interior.htm#terenos


Fotos da noite da poesia promovida pela fundaçao de cultura e Colegio Batista, onde os alunos da Escola participaram, grupo de dança guerreiros de Cristo e a poetisa Elizabet Fonseca.


Estação Ferroviaria de Indubrasil

• Inaugurada em 01/10/1936. Linha-tronco - km 890,777 (1959) MS-1598 Inauguração: 01.10.1936 Uso atual: n/d com trilhos Data de construção do prédio atual: n/d HISTORICO DA LINHA: A E. F. Itapura a Corumbá foi aberta a partir de 1912, entre Jupiá e Agua Clara e entre Pedro Celestino e Porto Esperança, deixando um trecho de mais de 200 km entre as duas linhas esperando para ser terminado, o que ocorreu somente em outubro de 1914. A partir daí, a linha estava completa até o rio Paraguai, ao sul de Corumbá, em Porto Esperança; somente em 1952 a cidade de Corumbá seria alcançada pelos trilhos. Logo dedpois da entrega da linha, em 1917, a ferrovia foi fundida com a Noroeste do Brasil, que fazia o trecho inicial no Estado de São Paulo, entre Bauru e Itapura. E em 1975, incorporada como uma divisão da RFFSA, foi finalmente privatizada sendo entregue em concessão para a Novoeste, em 1996. A ESTAÇÃO: A estação de Indubrasil foi inaugurada em 1936. Daqui saía a linha para o ramal de Ponta Porã, que, embora os passageiros embarcassem na estação de Campo Grande, era este o ponto da bifurcação. A estação atendia às duas linhas. Aliás, a existência da estação parece se dever à construção deste ramal, nos anos 1930. O ramal foi suprimido para passageiros em 1996 e hoje está totalmente abandonado. Atualmente foi inaugurado a nova Estação e tem boatos que o trem para passagueiro ira volta fazendo a linha Indubrasil a Corumba.

Texto abaixo foi extraido da Revista Metrople Edição nº 63 Agosto de 2004
PARADA FINAL – Antigo distrito industrial de Campo Grande – e que ainda atende essa função, embora a atividade tenha se espalhado por outras áreas na Capital – Indubrasil não possuía grandes atrativos, até a construção da nova Estação Ferroviária, que centralizará a parte operacional antes alocada no Centro. E, caso o projeto do governo do Estado de retomar o Trem do Pantanal caminhe, será ali também o futuro embarque de passageiros. E, se até então encontramos apenas opiniões pouco amistosas com a ferrovia, neste bairro a população se mostra eufórica com a possibilidade de concentrar o movimento de trens. “O trem melhora o nosso movimento. Fica melhor para a gente”, diz o comerciante Anízio da Silva, dono de um bar localizado a poucos metros dos trilhos há 13 anos. “Não é incômodo para mim”, relata, ao comentar também que mora há 25 anos em Indubrasil – quando chegou de Tupã/SP para morar na Capital. “Quando cheguei aqui não existia nada, hoje cresceu bem. O lugar mais calmo que tem aqui na cidade, para mim, é Indubrasil”, emenda o comerciante. Anízio da Silva acha que Campo Grande é uma cidade boa para trabalhar. Porém, no quesito qualidade de vida, demonstra sentir saudades do interior paulista. “Lá era melhor para se viver. Mas vamos ficando onde está. Quanto mais se mexe, pior fica”.
Fonte:http://www.metropolenet.com.br/edicoes/63/capa09.php (Todos Direitos Reservados a Revista Metropole)


Texto abaixo foi extraido da Revista Metrople Edição nº 63 Agosto de 2004
Na Estação de Indubrasil, vimos um movimento intenso de operários. Em pouco tempo, ali se tornaria a parada final dos trens no município. Além de estar na iminência de prosseguirem os trabalhos de remoção dos trilhos na área central. Já está tudo praticamente concluído, explica Wilson Ferreira de Assis, filho de ferroviário, cuiabano que mora há 30 anos em Campo Grande e um dos funcionários que atuaram nos serviços de melhoria da estação. O projeto ajuda a cidade a crescer”, prossegue. Assis reside no Oliveira II, e se mostra satisfeito com a vida na capital sul-mato-grossense. A cidade é boa, de gente hospitaleira. Acho que iria embora só se arrumasse um emprego melhor, com salário melhor e em outra empresa”. Sem muito tempo para conversar com a reportagem, ele pede para que não fiquemos no local para não comprometer os serviços do dia. A reportagem estaria encerrada aqui, após conhecermos a nova e a velha estação de Indubrasil – o primeiro prédio continua no local, com o mesmo estilo arquitetônico comum às demais estações do País, também com sua serventia. Uma breve olhada pelo pátio e, ao longe, avistamos um casebre de madeira. Não saberia dizer se esta seria a extrema oposta” de Maria Sueli de Lima (a moradora da primeira casa” ao lado dos trilhos, como foi contado no início deste texto). Uma das últimas casas da Capital no sentido da ferrovia, ao menos, é algo que pode ser afirmado sem medo de errar. Os latidos de Galileu, o cachorro de dona Zilda de Souza, intimidam a princípio. Em seguida, essa senhora – que estava recebendo visitas – não se incomoda em conversar conosco. Naquela pequena chácara há pelo menos 35 anos, onde mora com mais seis pessoas, ela é natural de Campo Grande, e se diz muito contente com o vizinho ilustre à frente de sua casa. Com o barulho, eu já estou acostumada. As fábricas estão todas aqui, então é bom para a cidade. E com o Trem do Pantanal, pode melhorar ainda mais a vida por aqui”, aguarda. O fato de morar em um ponto tão distante do centro da Capital soou estranho para a moradora, feliz também com o local escolhido para viver. É bom morar em Indubrasil. É calmo, não tem tanto bandido, só tem problema quem mexe com as coisas dos outros. Agora, o problema aqui é o ônibus”, diz, apontando uma das dificuldades iminentes da comunidade. Mas ela também afirma estar ali a tempo demais para deixar o bairro. Aqui, era ponto de boiadeiro. Com o tempo foi acabando o embarque de bois. E Campo Grande é uma cidade boa, mas só vou para o centro para passear mesmo”, prossegue. Zilda de Souza diz, ainda, que os amigos que a vêm visitar simplesmente se referem a esse ato como ir até a sua fazenda”, dada a distância. A linha do Indubrasil era o ônibus da fazenda. Já estávamos acostumados com isso. Daqui eu não iria embora”, confirmou, emendando com uma notícia até certo ponto surpreendente: embora more em frente à estação, nunca se arriscou a seguir de trem para o Pantanal. A gente vai deixando para depois. Mas quando tiver o trem, na primeira vez que ele passar aqui, eu vou, com certeza”. Despedimo-nos de dona Zilda, com Galileu a perseguir o carro. Ne volta à cidade, ou melhor, para o centro, já pensava que teria muito trabalho pela frente, para decidir quais entrevistas seriam utilizadas. Cada linha anotada soava como parte da história de Campo Grande que, mesmo sem perceber, cada morador da cidade ajudou a construir. Sejam os campo-grandenses de corpo e alma” ou os agregados que chegaram e chegam a cada dia, ou até mesmo os que estão de viagem marcada para partir da cidade, cada passo dado no município mantém a identidade de seu autor. Assim como os primeiros que chegaram para colocar os trilhos, e os que vieram para retirá-los. Por cerca de 90 anos, o velho trem desfilou pela cidade e auxiliou na sua expansão. Campo Grande cresceu. O trem, para muitos, virou incômodo. Para outros, deixou saudade. Para um filho e neto de ferroviário, como sou, que dormiu e acordou por anos ao som de locomotivas e vagões esbarrando” na formação das composições, deixa um adeus. E a impressão de que, adorado ou odiado, cumpriu com maestria o papel para o qual foi idealizado. Foi muito bom, por uma última vez, fazer este percurso e apreciar a vida ao redor da ferrovia. Mesmo não sendo a bordo de um vagão.
Fonte:http://www.metropolenet.com.br/edicoes/63/capa10.php (Todos Direitos Reservados a Revista Metropole)


Bambu

• Este não poderia ficar de fora, o unica "Casa de Diversao" que existia no Induba levou este nome devido a existir no Local um Bambuzal, Inaugurado nos meados de 82/83 a Zona era de Madeira tinha 2 mesas de sinuca era a única diversão da época. A Molecada que saia do Colejão passava em frente todo o dia para mexer com as "Senhoritas" , o BAMBU não durou muito tempo, fechou em 1986, dizem que foi por causa do Posto Policial que foi inaugurado no Induba em 1985, não sabemos ao certo o que aconteceu, se alguem souber o motivo nos avise !!! Pena não termos fotos de lá se alguem tiver favor nos enviar.



Centro Comunitário de Indubrasil ( Barracão)

• Não foi encontrado registros de quando foi inaugurado mas um dos fundadores foi o Cação uma pessoa que colaborou muito para o crescimento do Induba. Quase todos os finais de semana eram promovidos Bailes e juntava tanta gente que era impossivel dancar, nós curtimos muito la tomando muita cachaca e botando os caras da Vila Popular pra correr. Ficava ao lado do Campo do Cação, onde eram disputados Campeonatos inclusive com times de Campo Grande e Região.


Açude



• O bom e velho açude era uma das melhores opções de diversão que tinhamos no verão, a molecada da vila e do Indubrasil passavam boa parte do dia tomando banho no açude.





EEPSG Ulisses Serra

• Inaugurada em 1986, formando desde a Pre Escola até o Ensino Medio, a escola conta com uma quadra Poli-Esportiva onde saia os Campeonatos inter-classes,festas Juninas, a primeira turma de formandos da 8ª série foi em 1989. Se alguem tiver mais dados sobre a escola favor nos enviar.
EE PROF. ULISSES SERRA
AV. PRINCIPAL
BAIRRO: NÚCLEO INDUSTRIAL - CEP:79108-550
E-MAIL: sec673@sgi.ms.gov.br
FONE / FAX: (67) 391-1124
Fonte http://www.educar.ms.gov.br/Sed/Escolas/24.04.2003_02.escolas.estaduais.interior.htm


Campo de Futebol da Vila (Campão)

• Os Unicos Campos de Futebol que existiam era o do Indubrasil (Campo do Cação) e o da Estação (Campo do Vando) quando começaram a construir a Copaza criaram o Campão, onde eram disputados campeonatos e foi a diversão da molecada da vila abaixo segue a foto do melhor time da época. Para ampliar click na foto




Ademir,Soner,Rogerio,Claudinei,Gerson
Primo do Marcinho, Marcinho,Chula, Fernandinho,
Pantera, e Primo do Ademir
Os 2 adultos eram bicão.


Trailler do Tetinha

• Trailler do Tetinha, era o point da moçada da vila!
Todo dia batiamos cartão, para tomar aquela cerveja gelada e sem falar dos Sandubas e Porções que o Maurinho e o Ricardo preparavam.





Buteco Gaudério

• O Buteco Gaudério de nosso amigo Jorge (Gaucho), tambem era o ponto de encontro dos velhos amigos para tomar cerveja geladissima e saborear ótimas porções e lanches.















Caso alguem tenha alguma foto ou fatos que representam a historia do Indubrasil e da Vila favor nos enviar atraves do link Contato